ORTOGRAFIA BRASILEIRA INDEPENDENTE – Projeto Cone Sul
 
   
Tendo em vista facilitar a comunicação escrita e o ensino da língua a nacionais e estrangeiras, estamos propondo a criação de um sistema brasileiro independente, baseado na fonêmica, sem alterar o vocabulário e a fonética dominantes, eliminando dígrafos e letras mudas, sendo estas consideradas estrangeiras ou supérfluas e estudadas na respectiva língua. As letras terão nomenclaturas de acordo com os sons que representam e acentuação como em português para manter pronuncia padrão e a ordem alfabética latina a seguir:

 

A – Terá som nasal somente com til. Ex.: mãe, pão, bãda, rãpa, sãta, banãna...;

B – Sem alteração (só damos exemplos em brasileiro).

C – Estrangeira, chamar-se-á “si”, substituída por K em: kako, kuka, makako e por “s” em: serto, sebola, sinko, siênsia, kãser... asão, mãsão, prasa;

D – sem alteração;

E – Fechada, mas a vogal “é”, será sempre com acento,verificou-se menos insidênsia.;

F – chamar-se-á “fe”, esse é o seu som; (Todas as nomenclaturas são monossílabas);

G – chamar-se-á “gue”, dispensa u em “gue” e “gui”. Ex.: gelra, gitarra, ágia;

H – Estrangeira, chamar-se-á “agui”, supérflua em um sistema independente de etimologia. Ex. sem “h”: oje, ora, omem, aver, onesto, istória;

I – sem alteração;

J - chamar-se-á “já”, substitui g em todos os casos deste som. Ex.: jelo, jeral, jeneral, Jetúlio, Jorje, jiz;

K - chamar-se-á “que”, reincluida para substituir “c”, “q” e “x”, com som de “ks” (base no grego e no esperanto). È universal e inevitável. Ex. kilo...;

L - chamar-se-á “lel” para melhor representar os sons “lê”, “el”. Ex.: letra, lata, lua, sal, sul, mil..., com crase representa a fusão de dois, como em espanhol “lhe”. Ex. fi’lo, bri’lo, traba’lo...;

M - chamar-se-á “me” e só será usada em ma, me, mi, mo e mu. Substituída por til em todos os casos de “am” e por “n” na nazalização das demais vogais. Ex. vem, tem, tãben.

N - chamar-se-á “nen” para melhor representar os sons: na, ne, ni, no e em, in, on e un. Com til “ñ” como em espanhol, nhe. Ex. temoz, viño, veña;

O – ‘’ô” só será aberto com acento agudo. Ex.: Antonio e António, mokotó, koko, a fruta será kouko, vovo, novo;

P – sem alteração.

Q – Chamar-se-á “qui”, substituída por “k”. Ex. kente, keijo, kina;

R - chamar-se-á “rer” para representar os sons de “er” e “re”. Com acento grave representará a fusão “rr”. Para facilitar ao estrangeiro a pronuncia forte. Ex. ‘roda, ca’ro, te’ra, ‘requerer, ‘raro...;

S - chamar-se-á “se”, com som de “ç”, substituída por “z” em todos os casos de plurais e sibilante fraco. Ex. kazaz. Mezaz, nosa, masaz, paz;

T – U – V – sem alteração.

W – Estrangeira, chamar-se-á “vi;

X - chamar-se-á “che” é só será usada no lugar do dígrafo “ch”. Será substituída por “s”, “z” e “ks” em todos os casos destes sons. Ex. ezame, ezato, eséto, xave, fikso, sékso, ezérsito...;

Y – estrangeira, chamar-se-á “ipsi”, terminada em “i” como as demais;

Z - chamar-se-á “zez” para representar os sons de “ze” e “ez”, substitui “s” e “x” em todos os sibilantes fracos. Ex. ézito, kazoz, Brazil...;

   
Acentuação e pontuação – deixar-se-á de usar trema; usaremos “?” no início e no fim da pergunta, para facilitar a entonação. Como em espanhol; Manter-se-á a acentuação diferencial, as das proparoxítonas, salvo insidência e das terminadas em ditongo oral crescente como em português.

 

Dê sua opinião, mezmo kontrária, pense noz mi`lãos de brazileiroz analfabétoz e noz ke jamaiz pasarão da kinta série okupãdo o tenpo noz labirintoz elitiztaz da Língua portugeza, em vez de coñesimentoz jeraiz para me`lorar a soberania da pátria e o ben eztar sosial da grãde maioria.`

 

Maxado de Asiz, em 1902, Jeneral Bertoldo Klinjer, Padre Evaldo Ekler, prof Emiliano Linberger, Com. Unig Ávila, Filólogo Gentil de Agiar e outroz tentarã reformar, maz forã inpedidoz peloz donoz da língua, rezolvemoz dar maiz ezte grito de independênsia.

 

a) Ari Portela Lopez – pezkizador autodidata en filolojia
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