A
– Terá som nasal somente com til. Ex.: mãe,
pão, bãda, rãpa, sãta, banãna...;
B
– Sem alteração (só damos exemplos
em brasileiro).
C
– Estrangeira, chamar-se-á “si”, substituída
por K em: kako, kuka, makako e por “s” em: serto,
sebola, sinko, siênsia, kãser... asão, mãsão,
prasa;
D
– sem alteração;
E
– Fechada, mas a vogal “é”, será
sempre com acento,verificou-se menos insidênsia.;
F
– chamar-se-á “fe”, esse é o
seu som; (Todas as nomenclaturas são monossílabas);
G
– chamar-se-á “gue”, dispensa u em
“gue” e “gui”. Ex.: gelra, gitarra,
ágia;
H
– Estrangeira, chamar-se-á “agui”,
supérflua em um sistema independente de etimologia. Ex.
sem “h”: oje, ora, omem, aver, onesto, istória;
I
– sem alteração;
J
- chamar-se-á “já”, substitui g em
todos os casos deste som. Ex.: jelo, jeral, jeneral, Jetúlio,
Jorje, jiz;
K
- chamar-se-á “que”, reincluida para substituir
“c”, “q” e “x”, com som
de “ks” (base no grego e no esperanto). È
universal e inevitável. Ex. kilo...;
L
-
chamar-se-á “lel” para melhor representar
os sons “lê”, “el”. Ex.: letra,
lata, lua, sal, sul, mil..., com crase representa a fusão
de dois, como em espanhol “lhe”. Ex. fi’lo,
bri’lo, traba’lo...;
M
- chamar-se-á “me” e só será
usada em ma, me, mi, mo e mu. Substituída por til em
todos os casos de “am” e por “n” na
nazalização das demais vogais. Ex. vem, tem, tãben.
N
-
chamar-se-á “nen” para melhor representar
os sons: na, ne, ni, no e em, in, on e un. Com til “ñ”
como em espanhol, nhe. Ex. temoz, viño, veña;
O
– ‘’ô” só será aberto
com acento agudo. Ex.: Antonio e António, mokotó,
koko, a fruta será kouko, vovo, novo;
P
– sem alteração.
Q
– Chamar-se-á “qui”, substituída
por “k”. Ex. kente, keijo, kina;
R
- chamar-se-á “rer” para representar os sons
de “er” e “re”. Com acento grave representará
a fusão “rr”. Para facilitar ao estrangeiro
a pronuncia forte. Ex. ‘roda, ca’ro, te’ra,
‘requerer, ‘raro...;
S
- chamar-se-á “se”, com som de “ç”,
substituída por “z” em todos os casos de
plurais e sibilante fraco. Ex. kazaz. Mezaz, nosa, masaz, paz;
T
– U – V
– sem alteração.
W
– Estrangeira, chamar-se-á “vi;
X
- chamar-se-á “che” é só será
usada no lugar do dígrafo “ch”. Será
substituída por “s”, “z” e “ks”
em todos os casos destes sons. Ex. ezame, ezato, eséto,
xave, fikso, sékso, ezérsito...;
Y
– estrangeira, chamar-se-á “ipsi”,
terminada em “i” como as demais;
Z
- chamar-se-á “zez” para representar os sons
de “ze” e “ez”, substitui “s”
e “x” em todos os sibilantes fracos. Ex. ézito,
kazoz, Brazil...;